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Entrevista com Beatriz Milhazes

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Beatriz Milhazes é a mais valorizada artista plástica brasileira no exterior, com obras expostas nas principais galerias e museus do mundo.

Suas obras, muito valorizadas, podem chegar até 1 milhão de dólares. Este foi o valor que o colecionador argentino Eduardo Constantini pagou por esse quadro – O Mágico.

Constantini é o mesmo que, em 1995, comprou o quadro Abaporu, de Tarsila do Amaral, também por mais de 1 milhão de dólares. Aliás, Tarsila do Amaral é uma das grandes referências de Beatriz Milhazes.

Beatriz tem como característica a pesquisa de novas técnicas e materiais.

Dona de grande criatividade, ela desenvolveu um novo tipo de trabalho: a intervenção na arquitetura de espaços públicos.

São projetos extraordinários, que começou com a fachada da loja Selfridge’s, um prédio de 7 andares na Inglaterra.

Em seguida, recebeu convites para ornamentar uma estação do metrô e o restaurante do badalado museu Tate Modern, ambos em Londres, além da livraria da editora Taschen, em Nova York.

Carioca, formada pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, Beatriz também freqüentou vários cursos em importantes escolas de arte nos Estados Unidos.

O programa foi gravado no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

Durante a entrevista, Beatriz Milhazes conta quando começou a trabalhar com a técnica usada até hoje nos seus trabalhos, fala da explosão de cores nas suas pinturas, fala também da crítica positiva em relação ao seu trabalho, dos projetos que realizou em Londres e Nova York e do desafio de estar sempre apresentando novas obras.

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