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O jornalista Roberto D´Avila entrevista no programa Conexão Roberto D´Avila desta semana o artista plástico, fotógrafo e diretor de cinema Ivan Cardoso
Ivan Cardoso é um cineasta ligado ao chamado cinema marginal.
Ele começou há 40 anos, influenciado pelo filme “O Bandido da Luz Vermelha”, de Rogério Sganzerla.
Inquieto e polêmico, nos anos 70 Ivan Cardoso colaborou com o poeta e jornalista Torquato Neto, que escrevia manifestos contra o cinema novo, em sua coluna “geléia geral”, no jornal Última Hora.
Neste período, realizou dezenas de curtas metragens, ao mesmo tempo em que fazia capas de discos e livros para artistas do underground, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Wally Salomão, Candeia, Macalé e outros.
Em 82, realizou o seu primeiro longa metragem: “O Segredo da Múmia”. Depois vieram “Os Bons Tempos Voltaram”, “As Sete Vampiras” e “O Escorpião Escarlate”.
Agora, depois de 10 anos longe das salas de cinema, Ivan está lançando “Um Lobisomem na Amazônia”.
O filme é uma produção de 2005 e fez muito sucesso nas mostras de cinema, mas só agora chega ao grande público.
Hoje, Ivan se dedica mais às artes plásticas e a fotografia.
Recentemente, fez grande sucesso em São Paulo a sua mostra “Fotoivangrafia, Curiosidades de Vidas Irregulares”.
E no Rio de Janeiro continua, no Museu de Arte Moderna, a mostra “Raul Seixas, o Prisioneiro do Rock”, com fotos de Ivan sobre o genial cantor e compositor.
O programa foi gravado no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.
Durante a entrevista Ivan Cardoso fala da diferença entre cinema trash e underground, fala do filme “As Sete Vampiras” que teve 1 milhão de espectadores e também conta a história do seu novo filme “Um Lobisomem na Amazônia”.